O ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, confirmou o plano e descartou qualquer hipótese de votação em novembro, após as eleições.
Em entrevista à TV NBR, o ministro ressaltou que a reforma é necessária para equilibrar as contas públicas.
Para ser aprovada, a PEC precisa ter três quintos dos 513 deputados, ou seja, 308 votos, em dois turnos de votação.
print