Rio dos Índios: Vereadores participam da Marcha em Brasília e protocolam pedidos de recursos ao município

O Presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Rio dos Índios, Loivo Lorenzi – MDB, e os Vereadores Jaques de Col – PDT e Clodoaldo da Silva – PP, viajaram na manhã desta terça-feira, (dia 23/04) para Brasília com objetivo de participar da Marcha dos Vereadores e protocolar pedidos de recursos extra-orçamentários para o município de Rio dos Índios.

De acordo com o Presidente Loivo, além de participar da Marcha dos Vereadores, a delegação de Rio dos Índios está visitando os gabinetes dos Deputados Federais, entregando em mãos a Moção de Repúdio a Reforma da Previdência, protocolando pedidos de emendas parlamentar para o setor de agricultura, esporte e cultura, saúde e educação.

Os vereadores retornam sexta-feira ao município de Rio dos Índios.

 

Sobre a Marcha dos Vereadores

A União dos Vereadores do Brasil (UVB), foi fundada em novembro de 1964, congrega, em nível nacional, as Câmaras Municipais e as Associações/Uniões Estaduais de Vereadores, representando os 57.941 vereadores do Brasil, e é com a força desta representação, que a Marcha dos Vereadores se realiza entre os dias 23 e 26 de abril de 2019, em Brasília/DF.

A Marcha dos Vereadores é um momento de lutas e de pressão. Vereadores, prefeitos, vice-prefeitos, servidores, além de especialistas em gestão pública, personalidades políticas e administrativas, juntos para pensar o Brasil numa visão municipalista, que valorize a base da democracia, os Legislativos Municipais Brasileiro.

 

Pauta:

Marcharemos pelo fortalecimento dos municípios, para que sejam reconhecidos, como entes federados autônomos, e que tenham suficientes recursos para atender seu povo;

Marcharemos para demonstrar que a força do municipalismo passa obrigatoriamente pelas Câmaras Municipais, onde Vereadores são a base da democracia, o representante mais próximo do cidadão;

Queremos um federalismo com mais justiça social, melhor distribuição dos recursos para estados e municípios e com menor participação do estado na vida do cidadão.

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