Levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito e da CNDL, entidade que reúne os lojistas, aponta que, em fevereiro, cerca de 61 milhões e 700 mil pessoas estavam com o nome sujo. Alta de quase 3%, na comparação com o mesmo mês do ano passado.
Os responsáveis pela pesquisa avaliam que apesar da melhora de vários indicadores econômicos, como a queda da inflação, as famílias brasileiras ainda enfrentam muitas dificuldades, por exemplo, por conta do desemprego.
A maior parte das contas ou prestações em atraso, praticamente metade, é com bancos. Depois, com 18%, aparece o comércio, seguido pelas prestadoras de serviços de telecomunicações, como TV e internet, e as tarifas de água e luz.
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