RS: Mais de 3 mil motoristas estão com a CNH bloqueada por falta de exame toxicológico

A realização de exames toxicológicos em motoristas profissionais de transporte rodoviário coletivo de passageiros e de cargas – categorias C, D e E – passou a ser exigida para a habilitação, renovação ou mudança para as categorias especificadas desde o dia 2 de março.
Em virtude da lei, cerca de 3.200 CNHs de motoristas gaúchos estão bloqueadas por falta de laboratórios credenciados no Estado. Com isso, o Detran/RS busca na Justiça a liberação da renovação e adição de categoria sem a realização do exame. Três estados já conseguiram liminares, entre eles São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás.
“Ao estabelecer, em 2 de março, o início da fiscalização e o bloqueio dos processos de habilitação, o Contran imputou a imediata restrição ao direito de dirigir dos condutores nas categorias em apreço, o que está impactando seriamente na vida dos profissionais e trará prejuízos à sociedade, uma vez que o transporte de cargas e passageiros será afetado”, afirma o diretor-geral do Detran/RS, Ildo Mário Szinvelski.
De acordo com o Diretor do Centro de Formação União, Ademir de Oliveira, a Procuradoria-Geral do Estado entrou nesta quarta-feira com o pedido de liberação e a expectativa é que os documentos sejam liberados até que se organize o sistema.
Ele comentou ainda que o exame toxicológico busca reduzir o alto índice de acidente de trânsito, retirando das estradas os motoristas usuários de drogas.
O exame toxicológico deve custar entre R$ 295 e R$ 380. “Nonoai deverá ter pelo menos dois laboratórios credenciados pelo Detran para fazer os exames toxicológicos”, finaliza Ademir.

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